sexta-feira, 7 de maio de 2010

Produção de Textos - Atividades

1. História Coletiva:
Colar figuras, em seqüência, nas laterais de uma cartolina deixando uma extremidade livre para traçar a seta inicial do jogo. Riscar e separar as figuras com caneta hidrocor.
Material Necessário: cartolina, figuras, dadinho, cola, régua, caneta hidrocor.
Jogo:
Equipe de quatro. Jogar o dadinho, contar as casas e na figura que parar, iniciar a história. Prosseguir o jogo e o texto com os demais elementos.
Sugestão para correção:
Auto Correção: após a conclusão do jogo. Ler o texto e realizar a auto correção;
Troca de texto: trocar os textos entre as equipes e realizar a correção com a participação de todos da equipe;
Reestruturação do texto: reestruturar o texto no quadro com a participação dos alunos, questionando os elementos gramaticais, ortográficos e textuais;

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

(Mário Quintana)
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terça-feira, 4 de maio de 2010

Como surgiram os diferentes sotaques do Brasil?

A diversidade de povos e idiomas contribuiu diretamente para o modo peculiar de falar o português em cada região do país

O Brasil é abundante em riquezas naturais de todos os tipos e, também, em sotaques. Embora todos nós brasileiros compartilhemos o mesmo idioma, há diferença na maneira como o português é falado em cada região ou mesmo em cada estado do país. E o modo como as pessoas falam caracterizam os diferentes sotaques.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Doutoras...

“Não se preocupe por não poder dar aos seus filhos o melhor de tudo... Dê a eles o seu melhor.”

Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar. O funcionário insistiu: “o que eu pergunto é se tem um trabalho.”
- Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne, sou mãe.
- Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona-de-casa, disse o funcionário friamente.
Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo. Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente. O formulário parecia enorme, interminável. A primeira pergunta foi: “qual é a sua
ocupação?” Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu: “sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.”
A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir, pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar: “posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?” Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou: “desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.” Pensando na sua família, ela continuou: “sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes, até 24 horas.”
À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos. Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz. Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação... “Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na escola? Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe...” Sentada na cama, Marta pensou: “se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?” E logo descobriu um título para elas: doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas. As bisavós, doutoras executivas sênior. As tias, doutoras-assistentes. E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: doutoras na arte de fazer a vida melhor.
Num mundo em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne -se um(a) especialista na arte de amar.

Autor Desconhecido


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